quarta-feira, 25 de setembro de 2013
terça-feira, 25 de setembro de 2012
9
já não escrevo aqui há muito tempo, mas hoje é um dia especial, o meu filhote faz anos, e apeteceu-me deixar os parabéns.
por isto, parabéns! filho, que hoje te seja cheio de sonhos, chocolates e outras coisas boas.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
dois lisboetas em lisboa, 3
...estiveram encarregues de trazer o caixote do lixo à rua, no mês de junho.....
ora, nós, em coimbra, estávamos habituados a trazer o lixo para um dos contentores grandes que havia na rua, assim como as reciclagens para um dos dois ou três ecopontos próximos. a coisa resultava bem, ruas limpas, bom aspecto, dava para satisfazer a ecofobia de que sofro ligeiramente.
na zona de lisboa onde moramos, as ruas são estreitas, pejadas de carros estacionados em má fila, e já não cabem os contentores de lixo no passeio público (ainda vou escrever do original passeio público, uma destas tardes).
como para cada problema há sempre solução inteligente, é obrigação de cada prédio manter um (menor) caixote de lixo na caixa de escadas (para não ocupar o passeio público), e é obrigação de um dos condóminos o colocar fora de portas para os (e as) almeidas despejarem, na ronda da noite.
junho foi o nosso mês, e no final do mês foi (muito) necessário limpar o caixote (ver foto, a comprovar que fui eu que o lavou).
mas isto não é acerca da mecânica lixeira da capital nem propriamente das suas repercussões no âmbito do nosso nº 13, 2º esq.
isto é sobre o facto de haver em lisboa muita gente muito porca, e de isso me fazer alguma dose de impressão, mal habituado que vinha da província.
elaboro: os vizinhos cá do prédio vão deixar o seu lixo (em sacos mal fechados, recordo uma conversa com um amigo, de e em coimbra, que exacerbava a necessidade de doble bag o lixo, para não haver fugas de odores e flúidos, e que "não custa nada, é civismo") logo pela manhã no contentor, que fica a olfactar todo o dia, dentro do prédio. no 2º andar não se sofre disso, mas temos de passar na entrada para entrar, e os vizinhos do r/c esq são os piores, mesmo à porta de casa, e deve ser gente que estava habituada a viver com cheiros, e temos de respeitar a cultura dos outros, e talvez antes cheiro a pêssego muito maduro e a osso de costeleta nem seja pior que chanel, e o mundo é de todos e parece que estão todos representados cá na capital.
por outro lado, aqui na zona, devido à densidade habitacional, produzem-se quantidades admiráveis de detritos, a modos de uma greve de garis, seguida de feriado municipal, levar ao acumular de verdadeiras pilhas odoríficas (tempo de verão, carago), a deixar imaginário de cenário de bombardeamentos aéreos. e nem os ecopontos raquíticos que cá temos se livraram, e as pessoas deixam o lixo nos ecopontos quando já não há cantos onde o empilhar mais, e foram as ruas a olfactar também, e cheirou-se que a cidade tem vida, e muita.
lisboa é uma cidade de sensações abundantes, algumas delas chegam via olfacto (de outros olfactos escreverei outra altura, que está na hora da labuta).
terça-feira, 12 de junho de 2012
dois lisboetas em lisboa, 2
dia de santo antónio, que é o santo popular de lisboa. por isso, vamos sair para sardinhas e sangria, logo se vê como voltamos.....
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
dois lisboetas em lisboa, 1
sem data marcada ou periodicidade fixa, mas certamente brevemente e repetidamente, numa entrada de blogspot perto de si (e vêm-me à memória as salas do quarteto).
feliz ano novo (com atraso)
com atraso de dias, por causa das mudanças e da falta de internet, e mais a inércia do costume, cá fica, feliz ano novo.
este ano vai ser bom, porque começou mesmo bem: filhote, cariño, família e amigos, a bater panelas pela rua abaixo, para afastar os maus karmas e nos dar a conhecer à vizinhança.
de 2012, ouço as pessoas falar de dinheiro e crise, e que este ano ainda vai ser pior que 2011, e não me parece.
verdade, falta dinheiro, e está um ambiente geral de desânimo. mas verdade também, aqui no bairro há muita gente que parece dar importância a outras coisas, e essas gente não está deprimida. sinceramente, parecem-me mais ralados em resolver uma data de outros problemas que têm, além de dinheiro, questões a ver com integração, relações pessoais, coisas mais básicas.
talvez sejamos nós, na perspectiva da novidade, a querer ver assim. ou nós, na perspectiva de estar à frente disso e não querer dar importância para trás. ou talvez seja que o mundo não seja só o aumento do iva e afins, e seja a saúde dos que amamos, e a proximidade a eles, e a disponibilidade deles, e podermos andar por aqui e não saber como vai ser amanhã, e isso ser uma coisa boa.
por isso, feliz ano to eatch and every one of you.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
des-escrição do maximbombo
não é uma pessoa, mas tem carácter pessoal.
uma coisa que acabo por fazer muito, são mudanças, para mim, amigos, família, quem precisar. quem vai invariavelmente comigo (além do meu irmão, que acho esteve em todas), é o maximbombo, velho de 20 anos mas sempre pronto a servir com dedicação (excepto quando está de baixa, o que vai acontecendo cada vez mais).
no fim de semana lá fomos outra vez, noitadas para e de lisboa, rabo sentado nos bancos cheios de pó, 80 a 90 km/hora, truque nas luzes de máximos, carroçaria a roçar o chão de carregado, o velhote não falhou. a certa altura, com um salto maior, a chave caiu da ignição, mas nem assim falhou.
há pessoas que sabemos contamos com elas, e o maximbombo é dessas. só não é pessoa, em certa perspectiva.
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